terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Arte
TANGRAM
Pouco se sabe sobre o inventor ou a origem do Tangram. Mas, vamos ver algumas teorias acerca dele.
Segundo alguns, o nome TANGRAM origina da palavra inglesa obsoleta "tramgram" que significa um puzzle ou quinquilharia.
Outros, afirmam que é originária da tribo chinesa Tanka. As pessoas desta tribo eram grandes comerciantes envolvidos no comércio do ópio e quando eram visitados pelos mercadores ocidentais eram entretidos pelas meninas Tanka com este quebra cabeças.
Uma outra explicação é que a origem da palavra é derivada da Dinastia chinesa Tang.
E, ainda uma outra história conta que TANGRAM foi inventado por um homem chamado Tan enquanto tentava consertar os pedaços quebrados de um azulejo de porcelana.
Na Ásia, é conhecido por "Sete pratos da sabedoria".
Em 1813 foi publicado, na China, o primeiro livro (conhecido) sobre o Tangram.
Durante o séc. XIX, na Europa e na América verificou-se um súbito interesse pelo Tangram. Este interesse foi despertado pelo comércio com a China, nomeadamente, pelas novidades trazidas pelos marinheiros.
Este quebra cabeças chinês gerou uma inundação de livros e conjuntos de jogos em cartão.
Alguns tangrams chineses são bastante elaborados. Por exemplo: os tangrams esculpidos em madeira incrustados com marfim, jade e outros materias requintados.
Em 1903, Sam Loyd escreveu "The Eighth Book of Tan - O oitavo livro de Tan".
Neste livro, ele afirma de que este quebra-cabeças fora inventado há 4.000 anos pelo Deus Tan. Segundo Loyd, os primeiros "7 Livros de Tan" foram compilados por muitas personalidades famosas e acontecimentos históricos. Sam Loyd conseguiu catalogar no seu livro cerca de 600 padrões, muitos dos quais inventados pelo próprio.
Em 1942, Fu Tsiang Wang e Chuan Chin Hsiung provaram matemáticamente a existência de um número finito de conjuntos de padrões referindo-os como "convexo".
Com a crescente popularidade, Tangram tem atraído muitos matemáticos e muito tem sido escrito sobre ele. Os computadores têm sido utilizados para mostrar as propriedades geométricas do Tangram assim como para gerar mais puzzles. Diz-se que o Teorema de Pitágoras foi descoberto no Oriente com a ajuda das peças do Tangram.
Atualmente, os Tangrams continuam atraindo as pessoas nos níveis de entretenimento, educação e matemática.
Segundo alguns, o nome TANGRAM origina da palavra inglesa obsoleta "tramgram" que significa um puzzle ou quinquilharia.
Outros, afirmam que é originária da tribo chinesa Tanka. As pessoas desta tribo eram grandes comerciantes envolvidos no comércio do ópio e quando eram visitados pelos mercadores ocidentais eram entretidos pelas meninas Tanka com este quebra cabeças.
Uma outra explicação é que a origem da palavra é derivada da Dinastia chinesa Tang.
E, ainda uma outra história conta que TANGRAM foi inventado por um homem chamado Tan enquanto tentava consertar os pedaços quebrados de um azulejo de porcelana.
Na Ásia, é conhecido por "Sete pratos da sabedoria".
Em 1813 foi publicado, na China, o primeiro livro (conhecido) sobre o Tangram.
Durante o séc. XIX, na Europa e na América verificou-se um súbito interesse pelo Tangram. Este interesse foi despertado pelo comércio com a China, nomeadamente, pelas novidades trazidas pelos marinheiros.
Este quebra cabeças chinês gerou uma inundação de livros e conjuntos de jogos em cartão.
Alguns tangrams chineses são bastante elaborados. Por exemplo: os tangrams esculpidos em madeira incrustados com marfim, jade e outros materias requintados.
Em 1903, Sam Loyd escreveu "The Eighth Book of Tan - O oitavo livro de Tan".
Neste livro, ele afirma de que este quebra-cabeças fora inventado há 4.000 anos pelo Deus Tan. Segundo Loyd, os primeiros "7 Livros de Tan" foram compilados por muitas personalidades famosas e acontecimentos históricos. Sam Loyd conseguiu catalogar no seu livro cerca de 600 padrões, muitos dos quais inventados pelo próprio.
Em 1942, Fu Tsiang Wang e Chuan Chin Hsiung provaram matemáticamente a existência de um número finito de conjuntos de padrões referindo-os como "convexo".
Com a crescente popularidade, Tangram tem atraído muitos matemáticos e muito tem sido escrito sobre ele. Os computadores têm sido utilizados para mostrar as propriedades geométricas do Tangram assim como para gerar mais puzzles. Diz-se que o Teorema de Pitágoras foi descoberto no Oriente com a ajuda das peças do Tangram.
Atualmente, os Tangrams continuam atraindo as pessoas nos níveis de entretenimento, educação e matemática.
Veja algumas imagens de como você pode montar o seu Tangram. Dê preferência para algum material mais fácil para jogar como papelão, acrílico, madeira, etc.
1.º - Desenhe um quadrado de 15cm x 15cm
2.º - Trace uma das diagonais do quadrado.
3.º - Trace a outra diagonal até cortar a diagonal já traçada
4.º - Trace uma linha paralela à maior diagonal. Parta do ponto médio dos lados do quadrado.
5.º - Trace a linha indicada, formando um triângulo pequeno
6.º - Prolongue mais um pouco a segunda diagonal. Deve formar um quadrado
7.º - Conclua o desenho traçando a linha indicada
8.º - Tangram pronto, colorido para melhor visualização
Agora é só recortar e tentar montar algumas figuras possíveis.
Figuras
Confira uma seleção de figuras bem interessantes para se jogar com o tangram. Escolha uma figura sólida para tentar montar. A regra é que tem que usar todas a peças e não pode sobrepor peças . Se não conseguir treine com as já solucionadas.
Pequenos Autores/Grandes Poetas
Autora: Mariana Irapuan Sntos
Idade: 9 anos
Autora Eduarda Leite Soares
Idade: 9 anos
Te Amo
Quando eu te conheci
pensei que fosse amizade
e o tempo foi passando
e descobri
que te amo de verdade.
Autora: Eduarda Leite Soares
Idade: 9 anos
Dias da semana
segunda...
te amo
terça.....
te quero bem
quarta...
morro de saudades de você
quinta...
vou viajar só para te ver
sexta..
feliz aniversário
sábado....
estou doente
domingo
estou feliz por estar com você!
Autora: Thainara
Adaptado por: Hewyllyn Jhorddanny S. Siqueira
Lua
Lua branca
Lua cheia
Lua do lobisomem
Lua da Sereia
Autor: Mychael Douglas C. Barros
Cantinho das letras
Jóia Rara
Mais que louca paixão, sinto por ti
Profundo e terno amor,
Como jamais a mim me permiti,
Como jamais senti.
Amo-te além das minhas próprias forças,
Além dos meus sentidos.
Sem o querer, tornei-me prisioneiro
Do meu amor primeiro.
Inevitavelmente me prendi
Aos teus beijos vorazes.
Como se atraem à Terra os meteoros,
Atraí-me aos teus poros.
Compeliste-me a ser o teu cativo,
Teu eterno refém.
Sobre teus seios nus me encarceraste,
Como a flor sobre a haste. Nem a mim mesmo,
nem à própria vida
Amo mais que a ti.Daria o sangue,
a alma hipotecara
Pra ter-te, jóia rara.
Benedito Teixeira Gomes
Guanambi - Bahia
Penso em ti - Benedito Teixeira Gomes
Não se passa um segundo sem que eu pense
Em ti, posto que vives sempre em mim,
Impregnando-me como num jardim
Impregna o aroma à flor na primavera.
Não se cansa, se enfada, se exaspera
De pensar-te minha alma, mesmo quando
Supõe-te indiferente, desertando
Como água a escorrer-me entre os dedos.
Penso em ti té dormindo, em sonhos ledos.
Refém de tua imagem, minha mente
Pra tudo o mais fechou completamente,
Numa atitude um tanto quanto extrema.
Pensar-te é uma tortura. Um só problema
Não há em todo o mundo como o fato
De pensar-te, sabendo que no olfato
Jamais terei teu cheiro de alfazema.
Mais que louca paixão, sinto por ti
Profundo e terno amor,
Como jamais a mim me permiti,
Como jamais senti.
Amo-te além das minhas próprias forças,
Além dos meus sentidos.
Sem o querer, tornei-me prisioneiro
Do meu amor primeiro.
Inevitavelmente me prendi
Aos teus beijos vorazes.
Como se atraem à Terra os meteoros,
Atraí-me aos teus poros.
Compeliste-me a ser o teu cativo,
Teu eterno refém.
Sobre teus seios nus me encarceraste,
Como a flor sobre a haste. Nem a mim mesmo,
nem à própria vida
Amo mais que a ti.Daria o sangue,
a alma hipotecara
Pra ter-te, jóia rara.
Benedito Teixeira Gomes
Guanambi - Bahia
Penso em ti - Benedito Teixeira Gomes
Não se passa um segundo sem que eu pense
Em ti, posto que vives sempre em mim,
Impregnando-me como num jardim
Impregna o aroma à flor na primavera.
Não se cansa, se enfada, se exaspera
De pensar-te minha alma, mesmo quando
Supõe-te indiferente, desertando
Como água a escorrer-me entre os dedos.
Penso em ti té dormindo, em sonhos ledos.
Refém de tua imagem, minha mente
Pra tudo o mais fechou completamente,
Numa atitude um tanto quanto extrema.
Pensar-te é uma tortura. Um só problema
Não há em todo o mundo como o fato
De pensar-te, sabendo que no olfato
Jamais terei teu cheiro de alfazema.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
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